País

Ryanair ‘responde ao PCP’: “Nunca recebemos subsídios do governo português”

(c) Direitos reservados
Partilhe esta notícia!

A Ryanair já tinha anunciado um investimento de 300 milhões de euros no aeroporto de Lisboa e voltou a fazê-lo esta terça-feira. O CEO da low-cost voltou ainda a questionar o Governo sobre a razão pela qual o aeroporto complementar do Montijo ainda não abriu, já que permitiria à Ryanair criar novas rotas e empregos.

Já questionado sobre as declarações de Pedro Nuno Santos de que “não aceita intromissões nem lições de uma companhia aérea estrangeira ”, Michael O’Leary diz que “podemos não gostar de conselhos, mas devemos pelo menos saber que eles existem“. O líder da Ryanair refere que não espera que “os políticos entendem como funcionam os bloqueios de slots nas companhias aéreas”, mas refere que está a denunciar a situação agora. Sobre os 300 empregos que a Ryanair diz criar em Portugal, estes cargos dizem respeito a pilotos, assistentes de bordo e engenheiros. E serão “bem pagos”, garantiu, segundo o Observador.

O’Leary também sublinhou que a Ryanair recebe “zero” em subsídios estatais. “Nunca recebemos subsídios do governo português”, disse, reconhecendo que apenas recebe apoios de “entidades de turismo”. Quanto? “Muito pouco, menos de um milhão”.

Comentários

topo