Vila Verde

Chega Vila Verde: “Não queremos uma presidente arguida na operação Éter”

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O Chega Vila Verde lançou um comunicado a que acedeu o Semanário V onde fala das eleições autárquicas em Vila Verde tendo como principal alvo Júlia Fernandes (PSD) e António Esquível (PS).

Comunicado do Chega Vila Verde na íntegra

Nada que possa surpreender o Chega de Vila Verde ao ver no poder um Presidente com uma pena de três anos e meio de prisão com pena suspensa, bem como a perda do mandato e uma candidata e vereadora da cultura (das festas) arguida na operação Éter que continua a esbanjar dinheiro publico “a torto e a direito”. O Exemplo vem de cima, e quando um governo não é capaz de criar condições de vida digna aos seus, acolhe e dá melhor condições de vida a migrantes e refugiados, nada disto nos pode surpreender. O país anda às avessas… governado por socialismo perdido e suportado pela esquerda, que pobreza e queremos mudar este rumo.

Caso Éter. António Vilela e Júlia Fernandes arguidos na Operação Éter

Como candidato do Chega Vila Verde, em Vila Verde, nas próximas eleições autárquicas, não quero acreditar que a candidata do PSD, Júlia Fernandes, esposa de José Manuel Fernandes, ganhe estas eleições, caso contrário, os vila-verdenses podem ter a certeza de que «serão governados a partir de Bruxelas e Vila Verde continuará a ser o couto pessoal dos Fernandes e continuará a ser uma tragédia como tem sido para os bolsos de todos os vila-verdenses nos últimos 24 anos. Continuarão a dividir milhões de euros por alguns escolhidos a dedo pela vassalagem e cumplicidade. A quadrilha está montada e o tapete vermelho que pelo PS foi estendido espera por eles». Não deixem caros vila-verdenses, não deixem que isso aconteça nem queiram uma Monarquia a governar Vila Verde.

Esses Senhores não respeitam nada nem ninguém e o único partido a fazer oposição é o Chega, o candidato do PS está caladinho, não faz oposição, não diz nada porque se consta por todo o concelho que foi escolhido a dedo para se juntar ao PSD caso venha a ser necessário, e eu acredito. Primeiro foram os placares a anunciar obras publicas numa altura em que são proibidas pela Comissão Nacional de Eleições (CNE), foram retiradas em menos de 24 horas e após o Chega ter denunciado, agora chegou-me aos ouvidos que que já andam os carros com altifalantes a massacrar os ouvidos aos vila-verdenses. Ou é o desespero ou estes Senhores/as já se julgam donos de tudo e ainda sem sequer ter começado oficialmente a campanha eleitoral.

Os vila-verdenses mais atentos não irão compreender o encerramento obrigatório de restaurantes e cafés durante tanto de tempo e o impedimento dos mais velhos de se sentarem nos bancos do jardim e as crianças de brincar no parque infantil quando neste momento temos mais casos de Covid-19, os números cedidos não correspondem à realidade, toda a gente sabe de surtos em festas e casamentos e Vila Verde terá cerca de de 600 casos e, em ano de eleições, anunciam que vai voltar a festa das colheitas com stands cedidos de forma “gratuita” pelo Município de Vila Verde. Estes contadores de fadas já não enganam ninguém! O mais caro é o que a CMVV ou o estado oferece.

Vila Verde merece mais e melhor.

Chega Vila Verde

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