Vila Verde

Autárquicas em Vila Verde. Chega abre guerra ao PS

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O candidato do Chega à Câmara Municipal de Vila Verde voltou esta semana ao ataque ao candidato socialista, António Esquível: “O candidato do PS não tem coragem de atacar a Câmara por causa dos interesses que tem com a autarquia.”

Fernando Feitor diz representar o único partido que “tem coragem de estar completamente contra os interesses instalados pela Monarquia dos Fernandes.”

“Votar nele [Esquível] ou no PSD é a mesma coisa”

Como tem sido o seu apanágio, volta a dizer que os socialistas se limitam a atacar o Chega ao invés de ter como adversário Júlia Fernandes”, candidata dos sociais-democratas.
“Até agora não ouvimos nem uma palavra do candidato do PS contra a Câmara, porque será? Este candidato do PS presta vassalagem a Júlia Fernandes. Votar nele ou no PSD é a mesma coisa”, diz.

O candidato do partido liderado por André Ventura afirma que António Esquível e José Manuel Fernandes – eurodeputado pelo PSD e casado com Júlia Fernandes – “beberam champanhe num restaurante de Vila Verde há cerca de um mês” e questiona: “Ao que brindaram os dois? Algum ajuste direto? A uma vitória da esposa do senhor em questão? Que acordo fizeram?”

Para Feitor nem dentro do partido socialista o respeitam [Esquível], por “andar há tantos anos de mãos dadas com o poder do PSD.”

“O candidato do PS mais parece um apoiante de Júlia Fernandes do que um candidato do PS contra o PSD. O candidato do PS é o maior apoiante da candidatura Júlia Fernandes. Esta é a triste realidade no nosso concelho”, diz.

“Quando soube do brinde de ‘amizade’ entre o PSD e o PS percebi que neste ‘ringue’ é o Chega contra todos”

Solicitado pelo Semanário V para comentar as palavras proferidas relativamente ao brinde com champanhe de António Esquível e José Manuel Fernandes, Feitor diz que quando chegou “à liderança do Chega e assumi a candidatura à Câmara Municipal de Vila Verde pensei que seria oposição ao PSD, aos interesses instalados em Vila Verde, na luta contra os verdadeiros problemas de Vila Verde e dos vila-verdenses. Estava enganado. Quando soube do brinde de ‘amizade’ entre o PSD e o PS percebi que neste ‘ringue’ é o Chega contra todos. Somos a única oposição em Vila Verde e já percebi que os interesses e as políticas dos amigos vão continuar. Está na mão dos vila-verdenses mudar e apostar no Chega. Connosco acabam-se os compadrios e os jogos de interesse instalados em Vila Verde entre todos os agentes políticos. Que a champanhe seja aberta no dia 26 na sede do Chega Vila Verde.”

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