Saúde

“Eleições e Covid-19 não se podem contaminar mutuamente”, disse Costa

(c) LUSA
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Precisamos da unidade entre todos para enfrentar um inimigo que é comum: o vírus. As coisas não se podem contaminar”, disse o primeiro-ministro.

O primeiro-ministro considerou esta sexta-feira que nos dois últimos atos eleitorais Portugal separou bem a campanha e o combate à pandemia e salientou que é importante que covid-19 e eleições continuem sem se contaminar mutuamente.

Esta posição foi transmitida por António Costa após ter inaugurado o Museu da Liga dos Bombeiros Portugueses, em Lisboa, tendo ao seu lado o antigo autarca, deputado e dirigente social-democrata Jaime Marte Soares.

“Portugal é um país maduro. Já tivemos duas eleições desde o início da pandemia da covid-19. Nunca as eleições e a pandemia se contaminaram mutuamente. É fundamental manter as coisas devidamente separadas”, declarou o líder do executivo, em resposta a uma pergunta formulada por um jornalista.

Nos períodos eleitorais, na perspetiva do primeiro-ministro, “trata-se de afirmar alternativas, portanto, as diferenças entre uns e outros para que os portugueses possam escolher”.

“No combate à pandemia é o inverso. Precisamos da unidade entre todos para enfrentar um inimigo que é comum: O vírus. As coisas não se podem contaminar”, reforçou.

A seguir, aproveitando ter ao seu lado o social-democrata Jaime Marta Soares, presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, António Costa deu como exemplo o que ambos fizeram sempre que se depararam com questões de urgência nacional.

“Jaime Marte Soares foi deputado da oposição e eu era ministro. Estávamos em posições divergentes. Mas, quando tocava a sirene e havia incêndio, tínhamos de juntar forças e combater o incêndio em conjunto”, declarou o primeiro-ministro.

Com Agência LUSA

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