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Costa diz que “é tempo de virar a página da pandemia” e pede “Governo estável”

(C) LUSA
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O secretário-geral do PS defendeu hoje a necessidade de um “Governo estável para os próximos quatro anos”, de maneira a evitar “sobressaltos políticos”, e afirmou que “é tempo de virar a página da pandemia”.

o final deste mês, vamos decidir que Governo queremos para Portugal. Precisamos de um Governo estável para os próximos quatro anos, para não andarmos de crise em crise, nem voltarmos a ter sobressaltos políticos tão dramáticos como este que estamos a viver no combate à pandemia”, afirmou António Costa num vídeo divulgado nas páginas oficiais do secretário-geral socialista nas redes sociais Twitter e Facebook.

O também primeiro-ministro defendeu que “há mais vida para além desta pandemia” e, recorrendo à mesma expressão utilizada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, na sua mensagem de Ano Novo, afirmou que “é tempo de virar a página”, à semelhança do que aconteceu quando o país virou “a página da austeridade”.

“Temos de nos focar na recuperação e no progresso. Não podemos desperdiçar a oportunidade que criámos de podermos fazer mais, muito mais”, salientou.

António Costa reiterou que é necessária “estabilidade nas decisões” e considerou que é preciso “não adiar” e “não parar”.

“Temos de consolidar o que está a ser feito e temos de avançar na recuperação e no progresso. Juntos seguimos e conseguimos”, disse o socialista, que desejou ainda “um bom ano de 2022” para todos os portugueses.

No sábado, o secretário-geral do PS apelou à “mobilização de todos” os militantes socialistas para obter uma “vitória com maioria” nas próximas eleições legislativas, salientando a necessidade de “estabilidade para garantir a recuperação e o progresso”.

Na semana passada, em entrevista à CNN Portugal, António Costa pediu o voto de “metade mais um” dos eleitores que forem às urnas em 30 de janeiro, sem recorrer ao termo “maioria absoluta”, e reiterou que se demitirá se perder as eleições legislativas.

Durante a entrevista, o primeiro-ministro foi questionado sobre se a palavra “absoluta” queima e se o objetivo eleitoral é mesmo a maioria absoluta e respondeu sem hesitar, mas voltando a evitar a palavra “absoluta”.

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