Braga

“A minha filha podia estar viva”, diz mãe de menina que morreu após alta do hospital de Braga

(c) Direitos reservados
Partilhe esta notícia!

Susana Quintas não tem dúvidas: se não tivesse tido alta na tarde do dia 9 de dezembro, quando foi levada ao Hospital de Braga, a filha, Gabriela, não tinha morrido.

Mãe de Gabriela Quintas diz que o hospital a mandou para casa infetada com Covid-19 e febre muito alta. Gabriela Quintas tinha uma doença grave rara, avança o Correio da Manhã.

O Hospital de Braga abriu um inquérito às causas da morte, com covid-19, de uma jovem de 18 anos que foi mandada para casa por uma médica, com a indicação de tomar ben-u-ron, e só reagirá após conclusão do inquérito.

Relatos familiares e dos vizinhos, co0ntam que a jovem piorou na madrugada da última terça-feira e acabou por entrar em paragem cardiorrespiratória. A mãe telefonou para o serviço Saúde 24, onde lhe disseram para chamar uma ambulância, ligando, sem êxito para os Bombeiros Voluntários da cidade, que não tinham meios para o transporte.

O INEM conseguu que recuperasse a pulsação ainda durante o transporte. Infelizmente, faleceu logo a seguir.

“A minha filha podia estar viva, se não tivesse sido mandada para casa naquela tarde, cinco horas depois de ter dado entrada no hospital e de lhe ter sido diagnosticada Covid-19”, assegura a progenitora que, em entrevista à CMTV, quebrou o silêncio.

Comentários

topo