Póvoa de Lanhoso

Jovem de 19 anos detida pela GNR da Póvoa de Lanhoso por cyberbullying

(c) GNR
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O Comando Territorial da GNR de Braga, através do Posto Territorial de Póvoa do Lanhoso, ontem, dia 9 de fevereiro, constituiu arguida uma jovem de 19 anos pelos crimes de coação, perseguição e perturbação da vida privada em ambiente escolar, no concelho de Póvoa de Lanhoso.
Na sequência de uma denúncia de crimes de coação, perseguição e perturbação da vida privada em ambiente escolar, foi possível apurar-se que a suspeita, através das redes sociais, criava perfis falsos com o objetivo de criar medo e inquietação contra outros jovens inseridos nessa comunidade escolar. Foi ainda possível apurar, que a suspeita, através de sites e de plataformas de encontros amorosos, colocava o número de telemóvel de outros alunos para causar o mal-estar a nível psicológico, comportamentos estes que configuram vários crimes e associados ao designado por “cyberbullying”.
No seguimento da ação, os militares da Guarda deram cumprimento a dois mandados de busca, uma domiciliária e outra em estabelecimento escolar, tendo sido apreendido o seguinte material:
· Um computador;
· Cinco telemóveis;
· Três armas de ar comprimido;
· Uma arma de calibre .22;
· Uma mira telescópica;
· Uma caixa de projéteis (chumbos).
A suspeita foi constituída arguida e será presente hoje, 10 de fevereiro, ao Tribunal Judicial de Póvoa de Lanhoso, para primeiro interrogatório judicial e aplicação de medidas de coação.
Esta ação policial contou com o reforço da Secção de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário (SPC) de Póvoa de Lanhoso, que desenvolve o Programa Escola Segura na comunidade escolar.

A Guarda Nacional Republicana, encontra-se empenhada em contribuir para o desenvolvimento de um ambiente escolar saudável para todos os alunos, funcionários e docentes. Nesse sentido, e na semana em que se reforça a necessidade de uma “internet mais segura”, apela-se à denúncia de comportamentos desviantes no seio da comunidade escolar, quer através de professores e funcionários, quer através dos militares da SPC e/ou de patrulhas dos Postos Territoriais.

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