Braga

AGERE suspeita de financiar claques do SC Braga através de faturas falsas

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Um dos negócios investigados pela Policia Judiciária (PJ) de Braga diz respeito ao financiamento das duas claques do Sporting de Braga e envolve a empresa municipal AGERE – empresa de águas, efluentes e resíduos de Braga – que tem um camarote duplo no Estádio Municipal de Braga, avança o Correio da Manhã.

População de Braga revoltada com suspeitas

“Então a suspeita AGERE não perdoa famílias em dificuldades, aplica taxas exageradas aos comerciantes algumas delas injustas como temos visto ser partilhada neste Fórum e a Professora Eugénia Santos já o salientou várias vezes para autocarros para jogos de futebol?”, é desta forma que um bracarense demonstra a sua indignação para as suspeitas de recaem sobre a AGERE e a claque do SC Braga, tendo também António Salvador na mira.

Ricardo Rio “chamado a terreiro” pelo povo de Braga

Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, foi um dos nomes mais falados na cidade de Braga e na comunicação social aquando destas suspeitas. Sendo a AGERE uma empresa municipal, Ricardo Rio tem a sua quota de responsabilidade sob a empresa e o dever de garantir a idoneidade da mesma. “Espero que o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Braga, por uma questão de reposição de credibilidade da instituição”, escreve um Bracarense revoltado com a situação.

Segundo o Correio da Manhã os inspetores da Polícia Judiciária apuraram a emissão de faturas falsas relativas a publicidade inexistente e que terão sido emitidas para compensar o pagamento do aluguer dos autocarros em que os elementos dos Ultra Red Boys e Braga Legion viajaram para o Jamor, em 2014 e 2015, para assistirem à final da Taça de Portugal, para apoiar os “guerreiros do Minho”.

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