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Ucrânia. Treinador Paulo Fonseca já deixou o país

Paulo Fonseca já deixou Ucrânia © Twitter
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O treinador de futebol português Paulo Fonseca, com a sua família, já deixou a Ucrânia rumo à Roménia, pela Moldávia, confirmou hoje à Lusa a assessoria do técnico português.

O antigo treinador de Roma, Shakhtar Donetsk, Sporting de Braga e FC Porto, entre outros, deixou a capital ucraniana na quinta-feira, através da missão de repatriamento da embaixada de Portugal em Kiev, de acordo com a mesma fonte contactada pela Lusa.

Um grupo de repatriados lusos, entre os quais se incluíam Paulo Fonseca e a sua família, foi transportado por via terrestre para a Moldávia, tendo como destino a Roménia, onde vai permanecer até ao regresso a Lisboa, de avião.

Antes, deve chegar o futebolista Nélson Monte, o único português no campeonato ucraniano, que, desde quinta-feira, tentava deixar o país e já chegou à Roménia, juntamente com alguns companheiros de equipa no Dnipro, tendo prevista a viagem de Iasi para Lisboa, com escala em Viena, ainda hoje.

O defesa natural de Vila do Conde, de 26 anos, esteve nas últimas semanas em estágio na Turquia, tendo regressado à Ucrânia na quarta-feira. Na madrugada do dia seguinte, teve início a ofensiva russa no país.

Na quinta-feira, a Rússia lançou uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já provocaram pelo menos 198 mortos, incluindo civis, e mais de 1.100 feridos, em território ucraniano, segundo Kiev. A ONU deu conta de 120.000 deslocados desde o primeiro dia de combates.

O presidente russo, Vladimir Putin, disse que a “operação militar especial” na Ucrânia visa desmilitarizar o país vizinho e que era a única maneira de o país se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário.

O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional e motivou reuniões de emergência de vários governos, incluindo o português, e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), UE e Conselho de Segurança da ONU, tendo sido aprovadas sanções em massa contra a Rússia.

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