Barcelos

Câmara de Barcelos investe 2,8 ME na transformação de casa em espaço cultural

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A empreitada de recuperação e remodelação da Casa Conde Vilas Boas, em Barcelos, um investimento de 2,8 milhões de euros, foi hoje consignada, sendo o prazo de execução de 18 meses, anunciou o município.

Num dos espaços do edifício, vai ficar alojado o acervo do colecionador Paulo Parra, com cerca de 500 peças que representam “as maiores empresas industriais e designers do país” nas áreas da cerâmica, vidro, madeira, metal, plásticos e papel.

Em comunicado, o município refere que os trabalhos visam reabilitar integralmente o edifício, permitindo criar um equipamento vocacionado para a memória e para a realização de eventos que possam atrair dinâmicas de outras instituições.

Simultaneamente, acrescenta, “recupera-se também a qualidade paisagística do ambiente urbano da margem direita do rio Cávado e da ponte medieval”.

A Casa Conde Vilas Boas, que remonta à época setecentista, tem adjacente uma área de jardim voltada para o Cávado.

Está situada muito próximo do núcleo mais representativo do Centro Histórico de Barcelos e fica paredes-meias com um conjunto de edifícios como o Paço dos Condes de Barcelos, a Igreja Matriz, os Paços do Concelho, o Theatro Gil Vicente, o Museu de Olaria e a Biblioteca Municipal.

Está previsto que, depois de recuperado, o edifício acolha espaços expositivos, sala multiúsos, loja, cafetaria, e um anfiteatro ao ar livre.

A Casa Conde Vilas Boas, que remonta à época setecentista, tem adjacente uma área de jardim voltada para o Cávado. Está situada muito próximo do núcleo mais representativo do Centro Histórico e fica paredes-meias com um significativo conjunto de equipamentos, entre eles o Paço dos Condes de Barcelos, a Igreja Matriz, os Paços do Concelho, o Theatro Gil Vicente, o Museu de Olaria, e a Biblioteca Municipal.

Está previsto que, depois de recuperado, o edifício acolha espaços expositivos, sala multiúsos, loja, cafetaria, e um anfiteatro ao ar livre.

Citado no comunicado, o presidente da Câmara, Mário Constantino, sublinhou a importância da recuperação daquele edifício, no contexto da preservação do Centro Histórico e da dinamização cultural da cidade.

Em novembro de 2018, a Câmara assinou o protocolo para a cedência, por 11 anos, do acervo de Paulo Parra.

O valor das prestações anuais a pagar pelo município a Paulo Parra foi fixado em 15 mil euros nos primeiros dois anos e em 35 mil nos seguintes.

Ao fim dos 11 anos, o protocolo pode ser renovado.

A Câmara terá direito de opção caso Paulo Parra decida vender a coleção.

Terá ainda de editar um livro bilingue sobre a coleção.

Paulo Parra é designer, professor e colecionador, tendo trabalhos nas áreas de Design de Produto, Transportes e Arquitetura, Design de Exposições, Design de Comunicação e Interfaces e Design Estratégico.

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