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Câmara Municipal de Vizela doa hospital de campanha à Polónia

(C) CM Vizela
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A Câmara Municipal de Vizela, no distrito de Braga, anunciou hoje que vai doar um hospital de campanha, que será enviado para a Polónia, para apoiar as vítimas da guerra na Ucrânia.

“Na defesa dos valores da paz, solidariedade e de humanidade, a Câmara Municipal [de Vizela] manifesta total solidariedade com o povo ucraniano, através da doação de um hospital de campanha”, anunciou hoje a autarquia em nota enviada às redações.

Da remessa fazem parte 60 camas, colchões, cobertores, edredons, jogos de lençóis, colchas e almofadas, 120 toalhas de felpo, quatro cadeiras hospitalares (banho e sanitária), 50 termómetros, um frigorífico vertical, seis pios lava-mãos portáteis, entre outros artigos de higiene como máscaras, álcool, luvas e compressas.

A câmara adianta que, “atendendo à especificidade do equipamento a transportar, este hospital de campanha será remetido para a Polónia, sendo que a Câmara Municipal estabeleceu contactos com o Ministério dos Negócios Estrangeiros e com as embaixadas portuguesas na Polónia e na Ucrânia”.

“Trata-se de uma viagem de sensivelmente três dias, num camião TIR conduzido em alternância por dois motoristas, num percurso de cerca de 3.200 km, transporte que será assegurado pela empresa de transportes vizelense FEMA – Transportes Express & Logistics, em colaboração com a Câmara Municipal”, esclarece a nota.

Este equipamento “é distinto das doações que têm sido efetuadas no âmbito das várias campanhas de apoio humanitário em curso”, detalha a autarquia, realçando “o apoio das empresas vizelenses, que responderam afirmativamente a esta causa”.

A Rússia lançou na madrugada de 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que, segundo as autoridades de Kiev, já fez mais de 2.000 mortos entre a população civil.

Os ataques provocaram também a fuga de mais de 1,5 milhões de pessoas para os países vizinhos, de acordo com a ONU.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas a Moscovo.

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