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Páscoa voltou às ruas do Minho com festa, emoção e ajuntamento de amigos

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Bem cedo, em muitas paróquias do Minho era já audível os foguetes de salva a anunciar a saída dos compassos e a Ressurreição de Jesus.

Em moldes diferentes mas com a alegria de sempre, os compassos saem à rua e levam a Páscoa a cada casa com emoção e a alegria interrompida pela pandemia.

Câmara de Braga recebeu compasso pascal em dia de Páscoa

A Mercadona, empresa de capital familiar que desenvolve a sua atividade em Portugal como uma empresa portuguesa, com um Modelo de Qualidade Total de origem espanhola e com sede em Valência, tem por objetivo assumir a responsabilidade de prescrever ao “Chefe” (cliente) a melhor opção para satisfazer as suas necessidades de alimentação, cuidado do lar, cuidado pessoal e cuidado de animais de estimação. Graças a isso, 5,5 milhões de lares depositam diariamente a sua confiança na empresa.

Fundada em 1977 pelo Grupo Cárnicas Roig, a Mercadona possui 1.633 lojas em Espanha e 29 em Portugal, e uma equipa de 95.800 pessoas orientadas para a excelência, 2.500 das quais em Portugal.

A Mercadona fechou as suas lojas no dia de Páscoa ao contrário dos seus concorrentes diretos para respeitar a Páscoa dos seus colaboradores.

Mercadona fechou lojas no domingo de Páscoa ‘por respeito aos colaboradores’

Cinco pessoas morreram nas estradas portuguesas no período da Páscoa, mais uma do que no mesmo período do ano passado, quando vigoravam medidas como a proibição de circulação entre concelhos, informaram as autoridades.

Em comunicado conjunto, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), GNR e PSP informam que entre 14 e 18 de abril foram registados 37 feridos graves, mais 10 do que no período da Páscoa do ano passado (01 a 05 de abril), o que representa um aumento de 37%, e 456 feridos leves (+46,6%).

Os acidentes nas estradas também subiram relativamente ao período da Páscoa do ano passado, com um total de 1.352 (+32,5%).

Segundo as autoridades, as cinco vítimas mortais resultaram de acidentes que ocorreram nos distritos de Braga, Coimbra, Lisboa, Portalegre e Vila Real.

No total, foram fiscalizados neste período festivo mais de 1,4 milhões de automóveis (1.480.339), quer presencialmente pela GNR e PSP, quer através de controlo por radar (97,8% do total), o que representa mais 1,9% relativamente ao período homólogo do ano passado.

Dos veículos fiscalizados por radar, 12.655 circulavam com excesso de velocidade – dos quais 3.835 foram detetados pelos radares da GNR e da PSP e 8.820 pelos da ANSR -, resultando numa taxa de infração (n.º total de infrações/n.º total de veículos fiscalizados) de 0,85%, mais 44% do que a registada em 2021 (0,59%).

No que se refere à condução sob o efeito do álcool, foram submetidos ao teste 17.042 condutores, dos quais 527 apresentaram uma taxa de alcoolemia superior à máxima permitida. Destes, 310 foram detidos.

A taxa de infração registada foi de 3,1%, acima da registada em igual período de 2021 (0,8%).

Foram igualmente detetadas 177 infrações por uso do telemóvel durante a condução, acrescenta a ANSR.

Sob o mote “Dê prioridade à vida”, a ANSR lançou no dia 13 de abril a campanha de Páscoa, que se prolonga até dia 27 e que apela aos portugueses para viajarem “sem pressa, sem álcool e sem telemóvel”.

“Apesar dos progressos efetuados nos últimos 25 anos em Portugal, o número de mortos e de feridos graves devido aos acidentes rodoviários continua a ser muito elevado”, sublinha a nota, acrescentando que, em média, na última década, 650 pessoas por ano perderam a vida e mais de 2.000 ficaram gravemente feridas.

Ajuntamentos e beberes

A Direção Geral da Saúde apelou a que não houvesse beberetes partilhados mas no Minho famílias e amigos juntaram-se às centenas em grandes festas.

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