Vila Verde

Vila Verde. Bloco de Esquerda junta-se a Atiães contra Parque Industrial

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Na passada quarta-feira, dia 22 de junho, pelas 21h30, na Junta de Freguesia de Atiães, o Bloco de Esquerda realizou uma reunião aberta à população.

Os fregueses de Atiães e o Presidente da Junta, Samuel Estrada, explanaram as suas preocupações com a criação de um Parque Industrial e aproveitaram a ocasião para partilhar o abaixo-assinado que irão endereçar a várias entidades.

Os dirigentes do Bloco de Esquerda presentes solidarizaram-se com a causa em apresso, pelo respeito que a vontade da população merece, pelos valores ambientais em causa e pela tão necessária organização do território em função de um desenvolvimento sustentável, algo que a Câmara Municipal não está a acautelar.

Lembrou-se ainda que criação de um Parque Industrial em Atiães não esteve presente em programas eleitorais nem a população foi ouvida e envolvida neste processo.

Para Alexandra Vieira, dirigente distrital e membro da Mesa Nacional do Bloco de Esquerda, a Democracia participativa que o partido defende não se limita aos momentos eleitorais, saudando por isso a importância dos movimentos de cidadania como o que está a envolver a população de Atiães.

José Maria Cardoso, dirigente distrital e membro da Mesa Nacional do Bloco de Esquerda, aproveitando a sua experiência enquanto Presidente da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território na Assembleia da República durante a anterior legislatura, deixou várias recomendações e incentivos para o prosseguimento das reivindicações desta população. Os problemas do subfinanciamento das juntas de freguesia têm-nas deixado demasiadas vezes reféns dos poderes municipais, numa lógica de submissão que precisa de ser contrariado.

Ricardo Cerqueira, deputado do Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal de Vila Verde, agradeceu a participação e presença dos fregueses de Atiães bem como os de outras freguesias que aí se deslocaram para partilhar problemas sentidos no Concelho. Afirmou que continuará a fazer os possíveis para abrir os órgãos autárquicos à população, que deverá ser envolvida nas decisões com impacto na vida do concelho e no futuro das contas públicas. Os interesses coletivos terão de ser sempre uma clara prioridade na construção de um Concelho solidário e inclusivo.

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