Braga

Hospital de Braga diz que “não é agradável” encerramentos da urgência

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O presidente do Conselho de Administração do Hospital de Braga considerou hoje que “não é agradável” os constantes encerramentos do Serviço de Urgência de Obstetrícia e Ginecologia, assumindo que está a trabalhar diariamente para minimizar os impactos.

“Esta situação [encerramentos por impossibilidade de preencher as escalas de médicos] não é agradável. Não é uma situação que desejamos. É uma situação que estamos a trabalhar, todos os dias, convictamente e com muita energia, para que seja minimizada”, disse João Porfírio Oliveira, escusando-se a fazer mais comentários sobre o assunto, apesar da insistência dos jornalistas.

As declarações foram proferidas durante a apresentação do projeto para a personalização, com símbolos do Sporting Clube de Braga, das fardas dos profissionais de saúde do Serviço de Pediatria, das cortinas dos quartos de internamento e das batas que as crianças vão usar quando se deslocarem para o bloco operatório, numa iniciativa em parceria com o clube.

Segundo o Portal do Serviço Nacional de Saúde (SNS), o Serviço de Urgência de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital de Braga vai voltar a encerrar no sábado, 16 de julho.

Caso se verifique novo encerramento no sábado, será o nono, por um período de 24 horas, no espaço de três semanas.

No último comunicado, divulgado na segunda-feira, o Hospital de Braga dava conta de que envida diariamente “todos os esforços com a finalidade, sobretudo, de manter assegurada a prestação de cuidados de saúde”, acrescentando “que se encontra a trabalhar de forma articulada com outros hospitais da região, de forma que a resposta aos utentes seja garantida pela rede de instituições do Serviço Nacional de Saúde”.

Em caso de Urgência, solicita que os utentes contactem a Linha SNS 24 (808242424) e se dirijam a um dos outros hospitais da região, nomeadamente aqueles que têm apoio da especialidade de Ginecologia e Obstetrícia, entre os quais Guimarães, Famalicão e Viana do Castelo.

Em casos de maior complexidade, aconselha o Centro Hospitalar Universitário de São João, no Porto.

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