Vila Verde

Vereador do Chega Vila Verde vai lutar contra suspensão e quer repor a verdade

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A Comissão de Ética do partido Chega informou que, ao abrigo da Diretiva n.º 3/2020 e do Regulamento Disciplinar, foi aprovada a suspensão provisória do militante Fernando José Dantas da Silva por um período de 30 Dias.

“Mais se informa que a suspensão provisória do militante tem ainda efeitos quanto a todos os mandatos e funções do visado, bem como quanto à sua capacidade eleitoral ativa e passiva”, escreve o Chega Nacional.

Esta suspensão aparece depois de Fernando Silva ter posto em causa a coordenação de José Luís Moreira no Chega de Vila Verde.

O Semanário V sabe que Feitor não aceita esta decisão e alega falta de “quorum na distrital de Braga” e que diz que esta situação é uma ‘perseguição política’ de Filipe Melo e os seus “comparsas”.

Eleitores e Militantes do Chega de Vila Verde têm mostrado a sua indignação pela suspensão de Fernando Silva (Feitor) mostrando o seu apoio ao vereador do Chega de Vila Verde.

Muitos cidadãos ameaçam “não votar mais no Chega depois destas atitudes”.

Comunicado de Fernando Silva na íntegra

“O gabinete de Imprensa do Vereador Fernando Feitor face dos acontecimentos relatados na imprensa sobre ações em curso intentadas junto do Tribunal Constitucional vem dizer o seguinte: A posição do TC que consagra o princípio da intervenção mínima nos Partidos e que é uma orientação jurisprudencial remete para os órgãos de jurisdição interna. Nesse sentido, Fernando Feitor, interpôs, internamente os recursos próprios, sobre o qual não existem qualquer resposta e cujos prazos, foram ultrapassados. Tal situação, justifica uma nova providência que reclama uma tutela efetiva de direitos sobres entidades que na sua prática, não os asseguram através de uma “tutela mínima”! Seja como for, as decisões das providências são transitórias e encontra-se em apreciação ação judicial competente. O Sr. Vereador não irá desistir de lutar pela verdade. Com grande prejuízo para a sua vida pessoal e familiar. continuará o seu mandato comprometido com a legitimidade do voto popular que o elegeu e no quadro de valores que propôs ao eleitorado. Sobre a sua “suspensão” irá exercer os meios de defesa ao seu alcance e declara que não será ” cancelável” e lutará pela decência e pela legalidade, para que a verdade seja reposta”.

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