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Avião C-130H da Força Aérea não está preparado para combate a incêndios

(C) Força Aérea Portuguesa
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Com o surgimento de notícias/comentários de que a Força Aérea deveria utilizar o C-130H no combate a incêndios, a Força Aérea Portuguesa veio esclarecer que com a descontinuação do Modular Airborne Firefighting System (MAFFS), há cerca de 20 anos, deixou de existir essa capacidade.

Durante a década de 80, mais concretamente, a partir de 1983, a Força Aérea operou um sistema modular aplicável à frota C-130H Hércules, denominado MAFFS, equipamento que permitia adaptar aquelas aeronaves à realização de missões de combate direto (largada de água) e indireto (largada de calda retardante) a incêndios.

Fruto da reorganização de meios de combate a incêndios, realizada pelo Ministério da Administração Interna, na década de noventa, o emprego deste sistema decresceria significativamente, tornando-se nulo a partir de 1996. A nova estratégia, delineada pelo governo de então, contemplava a locação de meios aéreos em detrimento da utilização dos meios da Força Aérea, tornando-se cada vez mais evidente que o emprego do C-130H/MAFFS ficaria fora do plano.

Decorridos cerca de 13 anos, desde a última utilização efetiva e regular do referido sistema, e considerando que o equipamento apresentava sinais evidentes de degradação, resultado da falta de utilização e do seu envelhecimento (25 anos), decidiu-se proceder à alienação dos equipamentos em 2009. Em maio de 2013, o processo de alienação foi concluído.

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