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Subida dos preços agrava-se (ainda mais) no 2.º trimestre em Portugal

(c) Semanário V
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A tendência de subida dos preços agravou-se no segundo trimestre face à guerra na Ucrânia, destacou hoje o regulador dos serviços energéticos, apontando o consequente reflexo nos custos de produção face ao aumento do valor da energia.

“No final de 2021 e início de 2022 observa-se o início da subida das taxas Euribor em resultado da pressão inflacionista ligada à recuperação da atividade económica mundial e ao nível da poupança acumulada, conjugada com as restrições nas cadeias de abastecimento e aumentos do custo da energia”, lê-se no boletim de indicadores financeiros da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).

Este documento tem por objetivo explicar as condicionantes financeiras que têm impacto na evolução tarifária.

A tendência de subida dos preços “agravou-se durante o segundo trimestre” perante a guerra na Ucrânia, impactando os custos de produção através do aumento do valor da energia.

Estes efeitos e a alteração das políticas monetárias do Banco Central Europeu (BCE) têm “pressionado fortemente” as taxas de juro interbancárias, sublinhou.

Com Agência LUSA

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