Braga

Mosteiro de Tibães em Braga vira “catedral” dos contadores de histórias

(c) Direitos reservados
Partilhe esta notícia!

O Mosteiro de Tibães, em Braga, vai-se converter, nos dias 10 e 11 de setembro, na “catedral” dos contadores de histórias, reunindo nomes como Cristina Taquelim, Ana Sofia Paiva, Bru Junça ou Clara Haddad, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a Câmara de Braga acrescenta que Estefânia Surreira, Kiara Terra, Rodolfo Castro, Cândida da Luz, Paulinha Lapas, Inácia Cruz, Rosa Gonçalves, O Som do Algodão, Thomas Bakk e Historioscópio são outros dos contadores de histórias que marcarão presença.

Em causa o “Ouvidoria – Encontro de Contadores de Histórias de Braga”, que contará com meia centena de atividades culturais e artísticas para as diferentes gerações.

Os participantes poderão escolher entre diferentes oficinas artísticas, sessões de contos, interpretações, espetáculos, contos de terror, magia, peças de teatro, exposições, jogos e circuitos, a decorrerem em simultâneo um pouco por toda a parte.

“O monumental e emblemático mosteiro [de Tibães] irá tornar-se o epicentro de histórias, contos, sons, gestos e imagens”, refere o comunicado, adiantando que as atividades decorrerão nos “recantos íntimos e encantadores” daquele monumento.

Sublinha que “no Ouvidoria, ninguém ficará de fora”.

“Este encontro é para todos, independentemente da idade. Por isso mesmo, estão programadas cerca de 50 atividades culturais e artísticas para as diferentes gerações, desde os mais pequeninos até aos mais graúdos, num cartaz recheado de experiência e talento, que irá contar com inúmeros nomes consagrados”, lê-se ainda no comunicado.

Todas as atividades serão de acesso livre e por ordem de chegada, com a lotação limitada ao espaço de cada uma das atuações previstas.

O encontro decorre no fim de semana que antecede o regresso às aulas, sendo assim “uma excelente oportunidade para reunir a família e os amigos” e para se desfrutar “do final de férias na companhia dos melhores narradores e contadores de histórias do país”.

“São inúmeras as narrativas, em diferentes formatos, a recriarem os diferentes imaginários das grandes obras infantojuvenis e a transportarem os participantes para o fantástico mundo do sonho e diversão”, garante o município.

A organização é da Câmara de Braga, com produção da Leituras Encantadas e curadoria de Pedro Seromenho.

O encontro foi buscar o nome ao espaço do mosteiro em que, em tempos idos, o abade de Tibães recebia e ouvia os moradores julgados em causas cíveis e por pequenos crimes.

O julgamento estava a cargo de um juiz, que era escolhido pelo abade entre dois eleitos pelos habitantes do couto.

Os moradores, em apelação, recorriam ao abade, que os recebia no salão da “ouvidoria”.

Comentários

topo