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Políticos de férias enquanto populações desesperam com país a arder sem rumo

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Orjais, na Covilhã, e Famalicão da Serra, já no concelho da Guarda, eram os pontos quentes mais preocupantes no incêndio que continua a lavrar na serra da Estrela, segundo a Proteção Civil.

“A zona a norte de Orjaiz, que é uma das portas de saída, onde estamos a concentrar meios e grande parte dos meios aéreos – são já 10 meios aéreos que estão a operar neste teatro de operações -, e, já no concelho da Guarda, próximo de Famalicão [da Serra], onde também já temos meios a atuar e estamos a efetuar reposicionamento de meios. São estes pontos quentes que, com o vento que vamos ter ao longo de todo o dia, poderão obrigar-nos aqui a ter uma maior atenção”, afirmou, num balanço feito hoje pelas 10:30, o comandante regional de Emergência e Proteção Civil do Comando Regional de Lisboa e Vale do Tejo da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, Elísio Oliveira.

De acordo com o responsável, o vento tem vindo a aumentar de intensidade desde a madrugada e será “um inimigo” devido às projeções que poderá fazer a partir destes pontos quentes.

O incêndio na Serra da Estrela continua ativo “numa área muito extensa”, embora o trabalho realizado durante a noite tenha resultado de forma “muito satisfatória, quer através do trabalho efetuado pelas máquinas de rasto, quer com as equipas apeadas que evoluíram até onde foi possível, quer pelas viaturas que efetuaram o combate direto”, acrescentou.

Segundo o ‘site’ da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), cerca das 11:15, combatiam o incêndio que há mais de uma semana lavra na Serra da Estrela 1.245 operacionais, apoiados por 391 viaturas, além de 13 meios aéreos.

Este fogo teve início no dia 06 em Garrocho, no concelho da Covilhã, foi dado como dominado no sábado, mas sofreu uma reativação na segunda-feira.

Com Agência LUSA

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