Vila Verde

Estaleiros municipais e freguesias de Vila Verde cheias de lixo todo o fim de semana

(c) Carlos Dobreira
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O concelho de Vila Verde apresentava, este sábado à tarde, situações de risco para a saúde pública em várias freguesias devido ao lixo acumulado e espalhado em várias zonas das freguesias.

Em Aboim da Nóbrega, na rua da Martinga, os contentores estavam sobrelotados e havia resíduos diversos nas imediações desde chapéus, brinquedos, dezenas de garrafas de vidro, plásticos, pneus, latas de tinta, lonas, assim como em contentor localizado a poucos metros da Capela do Bom Jesus da Rival.

Em Covas, frente ao Café Senhora das Neves, observava-se uma quantidade inusitada de plásticos, garrafões e sacos amontoados junto a ecopontos.

Em Atães, na Estrada Municipal 537-2, a cerca de um quilómetro do cruzeiro, podiam ver-se muitos resíduos de construção e de demolição e equipamentos electrónicos, latas de tintas, dezenas de garrafas de vidro, pedaços de televisor, madeiras diversas.

Em Soutelo, no Lugar da Gandra, junto à Gelataria do Mosteiro, os cheiros nauseabundos de ecopontos próximos sentiam-se na esplanada do estabelecimento referido.

Finalmente, em Gême e em Vila Verde registavam-se as situações mais graves.

Em Gême, no Parque Industrial junto aos Estaleiros Municipais, a imundície e a deposição anárquica de resíduos era chocante com destaque para vidraria e entulho. Já em Vila Verde, na Rua de Fáfias, junto a habitação, havia dezenas de sacos e caixas com plásticos e vidros, roupas, tapete, tecidos, equipamentos eletrónicos, caixas de cartão, cadeiras de plástico, dezenas de garrafas de vidro.

“As situações expostas revelam falhas graves na separação de resíduos, na dotação de ecopontos na freguesia e incúria na recolha, na desinfeção de ecopontos e falta de civismo. Face ao exposto solicita-se intervenção da DGS e da UESP, assim como da IGAMAOT”, disse ao Semanário V o ativista Carlos Dobreira.

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