Braga

Braga passa a integrar a Rede das Cidades de Aprendizagem da UNESCO

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A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) aprovou a candidatura de Braga à Rede das Cidades de Aprendizagem, anunciou hoje o município.

Em comunicado, a Câmara de Braga diz que formalizou a candidatura em abril deste ano, na qual estavam expostos “alguns dos projetos que o município tem no terreno e que estão intrinsecamente associados à Aprendizagem ao Longo da Vida”.

Além de Braga, foram aprovadas candidaturas de outras 76 cidades de 44 países à UNESCO Global Network of Learning Cities (Rede das Cidades de Aprendizagem), refere esta organização internacional, também em comunicado.

“Sendo Braga uma cidade cada vez mais voltada para as políticas inclusivas, este é um reconhecimento que se verifica primordial para que os projetos e boas práticas desta esfera possam ser conhecidos e replicados fora de portas”, sublinha o município.

A criação da Rede das Cidades de Aprendizagem foi aprovada em 2013, na Declaração de Pequim sobre Aprendizagem ao Longo da Vida para todos: promover a inclusão, a prosperidade e a sustentabilidade nas suas cidades, são os principais objetivos.

A candidatura de Braga “ganhou robustez a partir dos projetos que já estão implementados”, mas “o intuito passa, como cidade membros desta Rede, por fazer mais no sentido de aumentar as boas práticas na área da Educação e Aprendizagem ao Longo da Vida, sempre com o ensejo de integrar e incluir todos e todas”, lê-se no comunicado.

“Como cidade de aprendizagem, Braga tem como objetivo – a médio prazo – consolidar os programas e projetos que se encontram já no terreno. A partir do projeto educativo local são já desenvolvidos nas escolas e instituições da cidade uma série de programas que favorecem a aprendizagem ao longo da vida”, explica o município liderado por Ricardo Rio.

Do ambiente ao desporto, “são vários os projetos direcionados para os mais novos e mais velhos no sentido de potenciar uma aprendizagem sequencial para todas as faixas etárias”, refere a autarquia, acrescentando que “cimentar práticas e dar continuidade à participação ativa de todos na construção da cidade é um dos principais objetivos do executivo municipal”.

“A longo prazo pretende-se, fundamentalmente, continuar a estimular o encontro intergeracional na medida em que a Aprendizagem ao Longo da Vida se faz também com o encontro de gerações. As atividades intergeracionais têm um impacto muito positivo nos mais jovens e nos mais velhos permitindo a partilha de conhecimentos”, frisa a Câmara de Braga.

A autarquia dá ainda conta de que os programas já desenvolvidos nas áreas da intergeracionalidade, da cidadania, da inclusão, da integração e da diversidade intercultural “são exemplo de que o município tem de continuar a incidir na aprendizagem ao longo da vida por via de uma série de projetos pensados para toda a população do concelho”.

“Braga centra as ações desenvolvidas no terreno na comunidade em quatro principais eixos: participação; inclusão social; educação e sucesso educativo; cidadania. Esta é a forma de construir uma cidade segura, acolhedora, educadora, acessível, inclusiva e participada”, destaca o município.

Com Agência LUSA

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