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Medina nega “austeridade” e “rolo compressor da maioria” no orçamento de estado

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O ministro das Finanças garante que os próximos quatro anos serão de aumentos, negando que o Orçamento do Estado seja de austeridade ou sintomático de “rolo compressor da maioria”, em alusão às críticas à esquerda e à direita do PS.

A posição de Fernando Medina foi transmitida hoje durante a sessão de abertura do segundo dia do debate na generalidade da proposta do Orçamento do Estado para 2023 (OE2023), no parlamento, depois de na quarta-feira se terem ouvidos críticas à direita e à esquerda à proposta orçamental.

“Como pode alguém com verdade falar de política falar de austeridade? Não pode porque serão quatro anos de aumentos, de estabilidade, de compromisso”, afirmou o governante.

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