Braga

Hugo Pires do PS considera orçamento da Câmara de Braga “pouco transparente”

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A Câmara de Braga vai gerir, em 2023, um orçamento de 165 milhões de euros, o que representa um aumento de cerca de 33 milhões em relação ao deste ano, mas o documento tem o voto contra da oposição.

“É um orçamento muito pouco transparente”, considera Hugo Pires.

O socialista acrescenta que o plano de atividades para 2023 é um ‘copy paste’ dos anteriores, “adicionando novas promessas, que sistematicamente ficam por cumprir”.

A vereadora da CDU, Bárbara Barros, afirma que o plano e orçamento revelam que a maioria que governa a Câmara “continua a optar por não dar resposta a questões fundamentais para o concelho, com visíveis sinais de estagnação e incapacidade de realização.

Para justificar o voto contra, a comunista considera ainda que a maioria “continua refém de uma abordagem economicista das opções políticas”.

Ricardo Rio contrapõe que o Orçamento e as Grandes Opções do Plano para 2023 “incorporam diversas políticas setoriais de sucesso que são a imagem de marca da gestão municipal ao longo dos últimos anos e concretizam ambições cuja delicada maturação e desenvolvimento foram trabalhados de forma responsável e persistente, ao longo dos anos mais recentes”.

Diz que o orçamento apresenta também “um reforço nas transferências para as juntas de freguesia em mais de um milhão de euros para delegação de competências e investimentos, perfazendo um valor total de transferências superior a nove milhões de euros”.

Sublinha que, para 2023, estão previstos “projetos transformadores” para Braga, como a requalificação do Túnel da Avenida, juntamente com a Avenida da Liberdade, um “eixo central da cidade e que carece desta obra já há algum tempo”.

“Não havendo nenhum imprevisto legal e ou administrativo, em 2023 haverá em condições para avançar com a requalificação da antiga Fábrica da Confiança para uma residência universitária”, acrescenta.

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