Braga

Monumentos iluminados de vermelho em alerta para a perseguição dos cristãos

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Centenas de igrejas e monumentos, em Portugal e no resto do mundo, estarão iluminados de vermelho a partir de quarta-feira e durante uma semana para alertar para a perseguição dos cristãos no mundo, anunciou hoje a Fundação AIS (Ajuda à Igreja que Sofre).

A Semana Vermelha, identificada como #RedWeek, é “uma iniciativa internacional da Fundação AIS, em que se pretende chamar a atenção das pessoas em todo o mundo para a questão, tantas vezes ignorada, da perseguição aos cristãos”, informa aquela organização em comunicado, adiantando que “o objetivo é combater a indiferença”.

Até 23 de novembro, em Portugal e nos países onde a Fundação AIS tem secretariados, “vão decorrer iniciativas que visam sensibilizar a opinião pública para esta questão, nomeadamente através do lançamento oficial do Relatório ‘Perseguidos e esquecidos?’, um estudo produzido de dois em dois anos a nível internacional pela Ajuda à Igreja que Sofre”.

O relatório, que “aborda a situação dos cristãos perseguidos no mundo, vítimas da intolerância religiosa e do ódio à fé, é um dos documentos mais importantes produzidos com a chancela da Fundação AIS e permite compreender em pormenor como é que tem evoluído a violência contra a comunidade cristã”, informa a organização.

Assim, além da apresentação do relatório, centenas de igrejas e monumentos vão ser iluminados de vermelho em algumas das principais cidades do mundo “como sinal dessa violência e do martírio que as comunidades cristãs sofrem em várias regiões do globo”. Será assim em Portugal, Áustria, França, Alemanha, Brasil, Austrália, Itália, Reino Unido, ou Canadá, entre muitos outros países, assegura a Fundação.

Em 2021, a Basílica dos Congregados, em Braga, e o Monumento ao Cristo Rei, em Almada, na diocese de Setúbal, foram dois dos monumentos que estiveram iluminados de vermelho, “simbolizando a cor do sangue dos mártires, sendo que, em várias paróquias e movimentos em Portugal, decorreram também momentos de oração pelas vítimas da perseguição religiosa no mundo”, adianta a Fundação.

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