Braga

Braga é a cidade onde as casas se arrendam mais rápido (24% em menos de 24h)

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Cerca de 19% das casas arrendadas através do idealista durante o mês de outubro estiveram menos de 24 horas no mercado, segundo um estudo publicado pelo idealista, o Marketplace imobiliário do sul da Europa. Ainda assim, os valores variam consoante o intervalo de preço das casas, sendo que, 28% das casas arrendadas em menos de 24 horas custavam menos de 750 euros/mês, 22% entre 750 e 1.000 euros/mês, 11% entre 1.000 e 1.500 euros/mês e 11% custavam mais de 1.500 euros/mês.

Analisando as sete capitais de distrito com mais oferta de casas para arrendar no mês de outubro, Braga foi a cidade onde a percentagem de casas arrendadas em menos de 24 horas foi mais alta, alcançando 24% do total de operações. Seguem-se Lisboa (18%), Coimbra (17%), Setúbal (17%) e Aveiro (17%). No Porto, 13% das casas foram arrendadas em menos de um dia e em Faro, 12% esteve menos de 24 horas no mercado.

Os arrendamentos mais acessíveis, com preços inferiores a 750 euros mensais, concentram grande parte da procura, marcando assim, as taxas de “arrendamentos expresso” mais elevadas. Em Faro, 50% das casas arrendadas em outubro por menos de 750 euros/mês esteve menos de um dia na base de dados do idealista. Segue-se Lisboa, com uma percentagem de 47%, Braga (45%), Porto (28%), Coimbra (27%), Aveiro (23%) e Setúbal (22%).

À medida que os intervalos de preço sobem, a percentagem de “arrendamentos expresso” reduz-se, apesar de que em alguns mercados esse valor continuar a ser relevante. Nas casas com preços compreendidos entre 750 e 1.000 euros, Lisboa é líder nos “arrendamentos expresso”, sendo que 26% das casas foram arrendadas em menos de um dia. Segue-se Braga (21%), Porto (20%), Setúbal (18%), Aveiro (17%), Faro (12%) e Coimbra (12%).

Já no caso das casas com custo mensal compreendido entre 1.000 e 1.500 euros, 17% foram arrendadas em menos de 24 horas em Lisboa, 8% no Porto e 8% em Faro. Por último, no arrendamento de casas por mais de 1.500 euros/mês, 11% das casas em Lisboa estiveram no mercado menos de um dia e no Porto 5%.

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