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Militares e polícias protestam contra atualizações salariais para 2023

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Os militares das Forças Armadas e os profissionais das forças e serviços de segurança realizam hoje uma concentração junto à residência oficial do primeiro-ministro, em Lisboa, para protestar contra “os parcos aumentos salariais” previstos para 2023.

O protesto, marcada para as 15:00, é organizado pela Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança, estrutura que congrega os sindicatos e associações mais representativos do setor da segurança interna, e pelas associações das Forças Armadas Associação Nacional de Sargentos (ANS), Associação de Oficiais das Forças Armadas (APFA) e Associação de Praças (AP).

Fazem parte da CCP a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), Associação Socioprofissional da Polícia Marítima, Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional e Associação Sindical dos Funcionários da ASAE.

Em comunicado, a CPP explica que “as estruturas presentes neste protesto representam os trabalhadores do Estado que usam farda em seu nome, para garantir a segurança pública e a defesa nacional” e pretendem com a concentração rejeitar “de forma clara os parcos aumentos salariais apresentados no Orçamento do Estado para 2023”.

Os militares das Forças Armadas e os profissionais das forças e serviços de segurança vão manifestar neste protesto em São Bento que estão insatisfeitos com as atualizações salariais previstas no Orçamento do Estado para 2023, que vão ser idênticas.

Segundo o Ministério da Defesa Nacional, os militares vão ter aumentos mensais no próximo ano entre 52 e 104 euros.

Por sua vez, os agentes da PSP e guardas da GNR em início de carreira e com salários brutos até aos 1.163 euros vão ter aumentos entre os 90 e os 107 euros, depois a partir daí em todos os níveis remuneratórios haverá um aumento médio de 52 euros até aos 2.570 de remuneração e de 2% nos salários acima desse valor.

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