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Agente Ricardo passa o natal longe da familia em missão na Grécia

(C) AMN
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O Agente de 1ª Classe da Polícia Marítima, Ricardo Gaspar, tem 40 anos, é natural de Lisboa e entrou para a Polícia Marítima porque “sempre quis ser polícia” tendo entrado em 2007. Desde então já passou pelo Posto da Polícia Marítima da Costa Caparica, pela Unidade Central de Investigação Criminal e atualmente presta serviço no Comando-local da Polícia Marítima de Lisboa.

Diariamente o agente Gaspar desempenha diversas ações de policiamento e fiscalização na área de jurisdição do Comando-local da Polícia Marítima de Lisboa, “onde contacta com uma grande diversidade de meios, tanto aquáticos como terrestres”. Além disso, tem como missão garantir a “segurança de pessoas e bens num ambiente que não é o mais natural para a maioria da população: o mar”.

Ao longo da sua carreira, conta que são muitas as histórias e situações marcantes e que “acabam por ser comuns às outras forças de segurança”, no entanto revela que as situações mais marcantes são aquelas em que teve que lidar com o sentimento de perda de alguém. “O que me custa mais no meu trabalho é lidar como sofrimento e sentimento de perda de pessoas, com a dor e o luto dos familiares, porque a tristeza também nos contagia. Para mim, isso é o que me custa mais.

O Agente de 1ª Classe da Polícia Marítima, Ricardo Gaspar, encontra-se neste momento em missão na Grécia, onde irá passar o Natal mais uma vez “longe da família”. Conta que quando se entra para este tipo de profissão “já se sabe que vamos ter que abdicar um pouco da nossa vida pessoal e estar ausente”, mas afirma que se aprende a lidar “celebrando com a família que o serviço nos dá”.

Esta é uma das caras que faz parte da família Autoridade Marítima Nacional.

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